Mercado sofre nova ameaça de falta de cimento
Operando perto do limite, empresas tendem a aumentar sua capacidade de produção através da implantação de sistema de otimização
Da redação: 21/08/2008
Nos últimos anos, o setor da construção civil, está em ritmo cada vez mais acelerado, isso se deve ao aquecimento generalizado do setor. Um dos produtos que ganha destaque batendo recordes em suas vendas é o cimento. Este por sua vez, registrou um crescimento de quase 10% no ano passado, comparado ao ano de 2006, colaborando com 5,5% de participação no Produto Interno Bruto (PIB), porém somente no segundo semestre de 2007, é que os fabricantes dos materiais se convenceram da solidez do mercado.
Nestes anos, muitos investimentos foram consolidados e alguns segmentos já começaram a responder o aumento da demanda. Devido a esses números expressivos e o crescimento acelerado, porém de forma descompassada, os consumidores perguntam se vai faltar material para abastecer todo o mercado.
As indústrias que fabricam o cimento afirmam que estão trabalhando no limite, enquanto as siderúrgicas garantem que o desabastecimento não deverá ocorrer. O que ambas prevêem, é um aumento nos preços, pois a alta nos valores das matérias-primas como o petróleo e minério de ferro, influenciam diretamente nesse aumento.
A indústria do cimento investirá nos próximos cinco anos, cerca de R$ 4,5 bilhões em aumento de capacidade de produção e se prepara para atender a um crescimento de 10% ao ano. Este valor será destinado a reativação de fornos, expansão de unidades e construção de novas fábricas. Ainda em 2008, a previsão de crescimento de produção é de 10%, valor este que é igual a ampliação estimada da demanda do insumo.
O risco apresentado nessa situação é de que a procura se expanda a taxas superiores às previstas, principalmente com picos de aquecimento em períodos de manutenção, como ocorrido em agosto de 2007, quando faltou cimento.
Uma alternativa para resolver essa questão e impactar com rapidez o aumento da produtividade é a implantação de sistemas de otimização de processos. Com o auxilio dessa tecnologia, é possível aumentar a produtividade dos equipamentos antigos, sem ter a necessidade de substituição imediata de aparelhos mais modernos que agilizem o processo, ou seja, as trocas podem ocorrer vagarosamente.
Com a implantação desse sistema, o aumento da produtividade pode alcançar índices de até 35%, sendo que sua instalação pode ser aplicada em equipamentos mais antigos ou com tecnologias medianas. A parceria com empresas que trazem essas soluções, certamente são pontos positivos para que a otimização do sistema ocorra perfeitamente.
A partir dessas soluções, as indústrias de cimento podem dar continuidade a seus projetos de aceleração sem comprometer a demanda do produto.
Uma das empresas que pode oferecer esse tipo de serviço é a CEMI – Tecnologia de Processos e Engenharia.
Para saber mais sobre essa tecnologia acesse www.cemi.eng.br ou entre em contato pelo telefone – (31) 3282-8036 | 3282-7526
A CEMI já desenvolveu projetos de otimização de circuitos de moagem para diversas empresas de cimentos como: Cia de Cimento Portland Itaú, Camargo Corrêa, Imerys entre outras. Além de atuar no mercado interno, a empresa já realizou o mesmo trabalho na Colômbia.

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